Quem estiver interessado em bases de dados e XML, ou talvez apenas em conhecer outros IBMers, pode/deve dar um salto ao DB2 on Campus. O evento vai ser realizado em duas universidades: Universidade do Minho e Instituto Superior Técnico.
de pertencer a Universidade do Minho. E ao mesmo tempo inveja de não ser do Instituto Superior Técnico. A quem diga que proibir não a praxe não é correcto, mas eu sinto inveja de não puder passear pela minha universidade sem ver humilhações, hierarquias, palhaçadas, etc. Dizem que é preciso mudar mentalidades e que isso demora muito tempo. Mas banir as praxes é um óptimo primeiro passo nesse sentido. Não faz sentido que aqueles que são formados superiormente em Portugal consigam pensar como tal? Pode ser que o resto apareça magicamente por acréscimo. Não no imediato, mas talvez a longo prazo.
Pessoal do Minho, todos juntos. Usem o vosso cérebro. Recolham informação sobre praxe, leiam textos e opiniões. E depois, se continuarem a achar uma coisa bestial.. Bem nesse caso são casos perdidos. Mas eu acredito que alguns se apercebam da aberração que a praxe é. E mudem, e vejam que não faz sentido nenhum. Nunca fez.
Eu conheço muitos que se aperceberam, e tem vergonha de ter sido praxados e terem praxado. Ainda bem! (Mas não chega)
Uma coisa vos garanto e é esta. Quanto mais cedo começarem a pensar, mais arranjam um emprego fora desse call-center mal cheiroso onde trabalham. Mais cedo começam a ser respeitados pelo que fazem. E mais cedo conseguem fazer algo no qual se revêem e que vos dá gosto fazer.
A praxe é, por natureza, uma anormalidade. Não vou discutir que dentro da anormalidade que é algumas pessoas tentam, de facto, integrar os alunos. Mas é uma coisa medieval e não tem lugar numa instituição de ensino superior. Nos moldes que as praxes são praticadas isto é um facto. E os responsáveis pela universidade, como o reitor, sabem isto. Não o dizem porque só têm a perder e nada a ganhar. Mas sabem-o. Sabem-o mas não fazem nada acerca disso.
Contudo como o ministro Mariano Gago enviou um oficio a falar sobre a responsabilidade criminal das praxes seria de esperar que o reitor mudasse algo. A pergunta seria. Será que vai ter a coragem de proibir os actos de praxe na academia ou, muito simplesmente, irá passar a batata quente para o lado dos alunos/docentes/funcionários com um despacho que mostra o seu compromisso em querer mudar as coisas, sem de facto o fazer? A resposta, essa é simples
Aqui está ela:
- Todo e qualquer acto ou procedimento que configure ilícitos de natureza civil, criminal ou disciplinar, deve ser de imediato participado à Reitoria, seguindo a tramitação normal.
Por exemplo dar uma joelhada na cabeça de um miúdo recém entrado na universidade? Ou andar de mascaras a coagir os caloiros a fazerem coisas contra a sua vontade, até eles chorarem? Quem faz isto? Resposta simples: As pessoas que são consideras pela AAUM como a máxima entidade no que toca a praxe. A joelhada que eu presenciei foi dada, por exemplo, por aquele que toda a gente indica como próximo papa. É o número dois da praxe. Admirado? Claro que não.
- Qualquer agente da Universidade, docente, funcionário ou estudante, que presencie actos ou procedimentos que configurem ilícitos de natureza civil, criminal ou disciplinar e que os não participe, pode ser responsabilizado (civil ou criminalmente) por omissão, em coerência com o conteúdo do Ofício ministerial.
Traduzindo: Se vires denuncia. Se não o fizeres a culpa é tua. Nossa nunca é.
- A participação nas actividades com significado académico ou sócio-cultural, integradas no acolhimento aos novos alunos, tem carácter voluntário, pelo que nenhuma forma de coacção física ou psicológica deve ser permitida nas instalações da Universidade.
Acho que preciso de andar menos de 50m para ver isto a acontecer, pelo menos, umas 5 vezes num espaço de uma tarde.
- Não são autorizadas em nenhuma circunstância, manifestações de acolhimento, fora do Programa de Acolhimento aos Novos Alunos, que perturbem o normal funcionamento das actividades da Universidade.
Como dizer aos alunos para faltarem as aulas para ir fazer a praxe X/Y? Também nunca aconteceu. Nem vai continuar a acontecer…E a parte das manifestações de acolhimento é de rir. Digno de um sketch de gato fedorento. Estarão-se a referir a rebolar na lama, fazer flexões ou comer cebolas cruas?
Isto tudo é um pouco como o Marcelo e o aborto. É proibido, mas pode fazer-se. Eu cá aguardo o dia em que o reitor da Universidade do Minho seja uma pessoa de convicções e que não tenha medo de enfrentar as tempestades em prol de uma universidade melhor. Até lá, boa sorte aos caloiros.
O meu conselho é não participem nas praxes, nem assinem documentos a dizer que são anti nada, nem sequer liguem a qualquer pessoa que vos pede para os tratar por doutor/engenheiro. E se algum for contra o que diz neste despacho, denunciem a associação académica e não aceitem a lavagem que eles vos vão tentar dar a dizer que não há necessidade e é uma coisa de nada. Há necessidade e é muito grave. Se eles não fizerem nada, denunciem a policia e depois fiquem a ver como eles começam a saltar quando o fogo lhes chega ao rabo. Não deixem que ninguém vós rebaixe ou vos humilhe. Os vossos pais estão a pagar pela vossa educação, não para que uma cambada de imbecis vos trate como se não fossem humanos e tivessem menos direitos.
Para aqueles que andam sempre atentos as novas startups aqui está mais um projecto inovador acabadinho de sair da Universidade do Minho. Apesar de o projecto ainda estar muito verde os autores já contam com algumas parcerias importantes, assim como o sempre necessário apoio financeiro.
A ideia por trás do Ambrosio é um agregador de produtos/lojas de comercio tradicional, servindo este como veiculo de promoção das lojas/produtos e fornecendo aos utilizadores finais produtos que, por exemplo, não conseguem comprar num Hipermercado perto de si. Outro tipo de mercado que se pode abrir é certamento o do turismo rural através de, por exemplo, uma sugestão de onde dormir, onde comer ou indicação de onde estão a decorrer as festas tradicionais da terra.
Na Universidade do Minho, provavelmente, sim. Quando se perde a esperança em Portugal e nos Portugueses, quando se acha que já ninguém faz nada apenas porque é o que se deve fazer (embora dê trabalho), eis que surge a surpresa.
Por exemplo, a minha prima anda a estudar para ser localizadora está actualmente a perder um ano no quarto da sua licenciatura porque não lhe deram equivalência ao novo curso de Bolonha (3 anos). Se falhar qualquer dos exames será obrigada a fazer essa cadeira para ter a equivalência ao novo curso de 3 anos. Ela deve pensar que a uminho é espectacular. Não é. (Mas a Universidade do Porto anda muito mal Joaninha.. :P)
Mas, pelo menos nos serviços académicos alguém anda a tentar fazer com que isto seja o mais justo possivel para os alunos. E só isso merece um aplauso deste rapaz que já tem um empréstimo de 5000 euros porque a sua bolsa de estudo social foi retirada devido a bolonhices.
E porque acho isto justo? Porque era uma palhaçada em portugal estudar-se 5 anos para se tirar uma licenciatura quando lá fora é sempre 3+2 (USA, UK e Europa pelo menos). Acho muito bem que se deem agora condições especiais aos alunos que tiveram que aturar este aborto chamado licenciatura puderem estar em igualdade com o resto do mundo, sem parecer que fizeram o curso no Bangladesh.
Tendo dito isto, PATAS AO AR! (Paws In The Air for danish retards that visit my blog)
O mestrado em que estou é composto por duas unidades de especialização. Penso que foi feito assim para permitir as pessoas especializarem-se podendo trabalhar ao mesmo tempo, já que em regime part-time podem frequentar uma UCE durante um dia por semana (e pagar metade da propina) enquanto trabalham em outros cinco dias.
A ousadia e modelo idealizado por alguns dos directores de departamento (e conselho cientifico) merece, na minha opinião, um forte apoio por parte dos alunos. Não foram em pantominisses de mestrados integrados que dão direito a licenciaturas da treta, remodelaram a licenciatura a sério e pensaram num plano de mestrado a altura. Poucos foram os que foram tão longe e é por isto que a Universidade do Minho acaba sempre por ter bons cursos. Tomam-se boas decisões na altura de remodelar, sem ser a reboque de decisões duvidosas baseadas em premissas obscuras (pe: despedimentos, o não aumento das propinas, etc)
Para mim o problema das decisões foi… Apenas as que eu tomei.
Na altura tive uma discussão com um amigo meu (Olá Diogo) sobre se se deveria ou não escolher a área de especialização tendo como critério principal a qualidade dos docentes. Eu defendi que seria um absurdo escolher não pela área que gostamos mas apenas porque os professores são mais competentes (organizados, cientificamente capazes, actualizados, etc). O Diogo sempre defendeu o contrario, que seria impossível ter um mestrado a altura sem aproveitar o melhor que o departamento tem para oferecer em termos de docentes.
Hoje penso que estava errado.
Dia após dia faço trabalhos que não considero dignos de serem englobados no mestrado, não existe um planeamento cuidado das aulas, não existe uma aprendizagem vocacionada para criar investigadores. Tudo o que sei sobre artigos científicos, ou teses aprendido dentro da Universidade foi na especialização que partilho com o Diogo, que tem um corpo docente muito bom. Na outra são trabalhinhos, ferramentas, brincadeiras, tpcs. Dá a ideia que se pode faltar um semestre inteiro e aparecer na altura do exame e tirar a mesma nota (ou melhor) que se tivéssemos frequentado as aulas. Os docentes dizem aos alunos que o mestrado não tem saídas profissionais (o que é mentira, eu vou ter estágio na área) , não estabelecem a calendarização das aulas (nem sequer dos exames), tratam mal os alunos, até chegam ao cumulo da desgraça de referir alunos por terem uma ou outra deficiência e achar isso “incrível”. Existem pessoas sem escrúpulos capazes de abusar da sua posição de poder para passar a mensagem que estão ao vosso nível (talvez queiram mostrar que são superiores, mas eu não tenho respeito por pessoas assim. Desprezo-as). Acreditem passaram-se coisas comigo que eu considero inacreditáveis. Docentes que tiveram atitudes de tal forma graves, e em frente a outros docentes, mas que passaram completamente impunes. Eu também assim o permiti porque muito sinceramente a minha vida é outra e não me dei ao trabalho de me chatear. Mas pergunto-me, como podem os outros olhar para o lado e fingir que nada se passou? Claro que tudo isto é sempre injusto para alguns docentes que são competentes mas sem grande culpa ficam associados a tudo isto. Mas já dizia o outro “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és”
Ainda nem falei da sobrecarga de trabalhos que são dadas em outras especializações mas resumindo cabe tudo nisto: Se estão a considerar entrar no mestrado em informática na Universidade do Minho tem aqui um incentivo. Mas informem-se sobre quais as especializações que são de facto algo de relevante. E informem-se sobre os docentes. E tomem boas decisões. Não que acredite que vos vá mudar o rumo profissional mas, pelo menos, tenho a certeza que vão passar um ano bem mais agradável e dar o vosso dinheiro por melhor gasto.
Está aqui o meu email e estou sempre disponível para esclarecimentos :) Vou voltar aos trabalhinhos patéticos que faço para o mestrado. Sinto que estou a desaprender quando o faço, e sinto uma tristeza e vergonha semelhante a que teria se trabalhasse na Microsoft (pessoal isto foi uma piada) :P
Dia 10 – Jorge Palma, Gabriel o Pensador – 9 euros estudante / 12 não estudantes
Dia 11 – Linda Martini, James – 9 estudante / 12 não estudantes
Dia 12 – Rita Redshoes, David Fonseca – 8 euros estudante / 11 não estudantes
Dia 13 – Mind da Gap, Irmãos Verdades – 8 euros estudante / 11 não estudantes
Dia 14 – Neurónios Abariados, Quim Barreiros – 9 estudante / 12 não estudantes
Dia 15 – Banda Vencedora do UMplugged, Xutos e Pontapés – 9 estudante / 12 não estudantes
Camionetas UM -> Gatódromo
Polo Azurém: Ida entre 22h e a 1h. Volta entre as 4h e as 6h30
Polo Gualtar: Ida entra 21h30 e as 2h. Volta entre as 3h e as 6h30
Bem todos os semestres faço um plano de acção do que vou fazer para além de o que é espectável de mim – ir as aulas, fazer os trabalhos, passar nos exames e ler pelo menos um livro de informática – de escolha livre – por mês.
Acredito na valorização pessoal e gosto muito de aprender coisas novas. E acredito que não existe melhor forma de o fazer que com projectos práticos!
Dito isto resta uma dúvida: O que aprender este semestre?
Tenho que confessar que ando nas nuvens por terem aceite a minha colaboração no projecto CouchDB do rubyforge.
Como devem saber CouchDB é uma base de dados criada pelo Damien Katz (que trabalha agora na IBM), não relacional, desenvolvida em erlang que tem como objectivo guardar documentos e é RESTful. Os conceitos são excelentes e a forma de abordar o fault-tolerance e problemas de carga são daqueles conceitos que nos deixam a babar mortinhos por experimentar o brinquedo novo. Mas não se fica por aqui. Aconselho a lerem a wiki para terem uma noção do que é – e o que não é – o CouchDB. Só não gosto muito do facto de estar tão ligado a javascript e JSON – o primeiro porque nunca gostei muito de javascript e o segundo porque preferia yaml. Mas vá antes JSON que XML!
Outros tópicos que andam por aqui a passear – sendo que aqui é a minha cabeça – é a vontade de aprender um mínimo de Erlang e continuar o estudo de DB2 para tirar a certificação. Espero que quando acabar este semestre possa olhar para trás e sentir a mesma satisfação que sinto pelo semestre que já passou.
Soube esta terça-feira o meu calendário de exames. Lá estava presente um um exame dai a 6 dias . Entretanto , como alguns de vocês sabem, quarta-feira estive no ISEP na qualidade de DB2 Ambassador e sábado e domingo tenho compromissos profissionais assumidos anteriores a saida do calendário. Já tive que voltar atrás com a minha palavra em projectos importantes com deadlines neste mês e fazer um sacrifício para acabar outros tinham bastante urgência.
Fiquei assim com dois dias para estudar.
Não compreendo esta falta de respeito e consideração dos docentes pelos alunos. Será que lhes custa entender que são pessoas, como eles, e que como eles também tem os seus próprios projectos e compromissos? É assim tão difícil definir um calendário e stick-with-it? Mas isto no inicio do semestre se fizer o favor! Outro amigos meus tem viagens marcadas para esta altura, já que no próprio calendário escolar existem períodos de férias. Será que alguém se esqueceu disto também?
I just got my first brand new MacBook and, as one would expect, some problems emerged by leaving my usual OS combo (Ubuntu/Windows) for Mac OS X Leopard. I’m still undecided whether to install Ubuntu or use VMWare Fusion to use Linux. As for Microsoft Windows as long as I don’t need to use .NET I don’t think I’ll install it. Not even with the free licenses Microsoft provides University of Minho students.
DB2 (will IBM make it available for mac anytime soon?)
The question you are probably asking is why Firefox instead of Safari!? Because the damn unsafe add-on for del.icio.us is just that: del.icio.us! I just can’t live without it. Maybe if the guys over there worked the basics of security we could say that it’s both excellent and safe! And don’t say there’s a add-on for Safari as well. I’ll only accept it if the add-on is as good as the one provided by Yahoo.
Now we go for the fun part. The problems and solving them. Your attention please, this is only fun for me when I do it on my computer so it won’t be pleasure if you ask me to fix your computer! Joana this one is for you, I know how your mind thinks.. Almost as badly as mine. Oh well, we are related aren’t we? :\ Please release those crazy Christmas photos to the world! :X
I’ll start with a small OS free tip and then go for the Q/A part. If you are Portuguese like myself you just hate all the results that google gives you from .br domains. Most of the results are overrated and most of the times you just wish that they weren’t there. If this is the case just do your normal search in google but write -br in the end. Just test this, go to google and type governo brasileiro -br. It works ;)
How do I get my mouse to behave like a normal one by removing this dreadful acceleration?
What’s wrong with the encoding on TextEdit? The automatic descovery does not work and even when I specifically tell him to use this encoding it won’t work. The Where is ISO 8859-15 dilemma.
Still don’t know. Anyone? If you want to test the bug just do this (from here):
$ echo é > ~/a.txt
$ cat ~/a.txt
é
Open a.txt with TextEdit and get:
È
Cracked it! At least I have a partial fix for Migrating documents from Ubuntu to Mac OS X Leopard:
And yes PAM is as in Pluggable Authentication Modules. So I have a latex work on that :P
Where is type-a-name application? It’s not on the dock.
Just press cmd + space and type what you are looking for. This is called spotlight. Either this or open Finder and go to applications.
Why doesn’t it show my dashboard when I go to the left/whatever corner?
Have you even configured your mac? Common.. Click the apple on the top left corner and go to System Preferences. Exposé and Spaces. And now that you are there take a look around and configure all the other things that you neglected.
This computer is always underlining the words in red. (when the spelling is right :P If not you are a dumbass for asking this!)
Hoje quando peguei no carro bem me parecia que estava frio. Um grau negativo em Braga. É caso para dizer: Porra! :P
E já agora já ouviram falar em gramática independentes de contexto a gemer!? Não!? E se vos falar de parsers a gemer?
Acordaram-me as dez da manhã para uma vistoria. Embora seja muito provavel que fosse porque alguém deu uma pertence como roubada, quando confrontamos a responsável com o motivo foi-nos dito que era por causa da HUMIDADE.
Foi mais ou menos assim:
Por muito que gostasse de vós dizer que estava a brincar – à parte do video que é de uns apanhados – não estou. Foi mesmo assim o meu acordar. Embora a menina que se queixou da humidade fosse ligeiramente mais bonita… Talvez muito.
Para quem estava interessado no tema anterior deixo-vos as sources do livro Beginning Cryptography with Java. Pelo menos usa bibliotecas de uso livre (bouncycastle). Quando acabar o trabalho disponibilizo-o neste post. É com muita pena minha que tenho que comunicar que o livro não está disponível na biblioteca da Universidade do Minho.
I was asked to deliver some work on chaos theory and my group choose Lorenz Attractor as object of study. It’s a really nice chaos function as you can learn in the wiki page dedicated to the subject.The work was developed in OpenGL but I’m pretty sure that it would have been easier to do so in PovRay. Ok, bad joke :PI found some useful links for OpenGL Beginners from IST (here) and UMINHO (here). If you are just learning OpenGL give them a look. (Portuguese only, sorry)If you want to give the application a try download the sources at
http://nunojobpinto.googlepages.com/isdGL.zip and compile them. You’ll need GCC, build-essentials and – who would of thought? – the OpenGL libraries.It’s all explained in a slightly demented readme file. Have a nice week!
Acompanho o Antonio Cangiano desde que li o seu óptimo artigo “Haskell Eye for the Ruby Guy“. Tenho até pena de ainda não ter tido oportunidade de falar com ele na qualidade de IBM DB2 Student Ambassador. Surpreende-me que alguém que já não é propriamente um jovem continue tão actualizado e aberto a inovação. Normalmente com a idade as pessoas ficam mais resilientes a mudança, pelos vistos esta é a excepção que desafia a regra.
De qualquer forma, até para tirar as ideias das aberrações que têm acontecido na minha universidade (mais uma vez), achei relevante o post que ele fez sobre a performance do Ruby 1.9. Aconselho a leitura. Fica, como resumo, os resultados obtido comparando a função de fibbonacci para os primeiros 36 números.
Primeiro aula (para mim claro) andamos as voltas com o JBoss. A conclusão que cheguei foi que no meio de tantos xmls de configuração qualquer um se perde e mais vale usar o Apache Tomcat! Será que não aprendem com o Ruby on Rails? Convention Over Configuration! :P Não gostei muito da forma como se criam estes webservices. O facto de termos que andar com ficheiros de configuração para trás e para frente (cliente/servidor), sermos quase obrigados a programar em Java. Era bem mais fixe se estes webservices servissem xml como respostas a pedidos, por exemplo, e que depois fossem enclapsulados numa classe de forma a responder para cada linguagem de programação. Não que perceba nada disto, ainda estou muito verdinho.
De qualquer forma fica um pedido. Se alguém conhecer um bom guia para iniciantes em JBoss diga qualquer coisa. A gerência agradece!
Um estudo recente afirma existir uma correlação entre o número de anos que se passa no ensino superior e a capacidade criativa de um individuo.
Não consigo deixar de matutar sobre o assunto.
Parece evidente! Todos os dias somos completamente formatados para aprender isto ou aquilo, não temos qualquer liberdade sobre os projectos que escolhemos fazer e as aulas são iguais de ano para ano. Semana após semana entregamos relatórios sobre os assuntos que nos são indicados e acabamos por não ter tempo nenhum para estudar aquilo que queremos.
Eu, por exemplo, gostava de andar a estudar sobre:
Webservices;
Webcrawlers;
DB;
Ruby on Rails;
Usabilidade;
Open Source;
GPS.
Isto são os temas que me interessavam para desenvolver os projectos que tenho como pendentes. Onze projectos pendentes… :\ Uns mais viáveis que outros, claro, mas como dizem os ingleses “that’s not the point“. O que interessa é que no ensino superior não temos liberdade de escolha. O que deveria ser um ensino por excelência falha redondamente no que toca a criar pessoas empreendedoras, criativas e inovadoras. Pior, castra-as e frustra todas as expectativas que possam ter em levar em frente os seus projectos. Estão demasiado ocupadas a estudar <insira-aqui-o-que-desejar>.. Talvez Introdução aos Sistemas Dinâmicos. :P
Não quero com isto dizer que o que tenho andado a aprender é inútil. (XML, XSL, XQuery, DB, SQL, UML, MDD) Simplesmente não é coincidente com a minha agenda. E, no ensino superior português, nos não temos agenda. É a agenda que nos tem a nós. Todos os dias.
Recentemente, numa conversa com o professor Armando, soube que na Dinamarca as coisas não funcionam assim. Existem Universidades onde nem existem aulas teóricas. Os alunos tem laboratórios abertos 24 horas por dia e projectos a realizar. Têm também algumas horas em que está um docente disponível não para os ensinar, mas para os ajudar com o projecto. A experiencia de aprendizagem tem os dois lados, os alunos aprendem mas o docente também. E, segundo o mesmo, alguns dos projectos conseguiam resultados bestiais. É difícil entender que se pode aprender assim?
Claro, os nórdicos fazem tudo bem. Os portugueses nunca são capazes certo? Pelo menos é isto que o imbecil do Luís Filipe Menezes pensa. Eu cá não vou em grupes e sei muito bem que não é assim. Os portugueses são capazes.. Se os deixarem!
Nas empresas, pelo menos por cá, parece-me que temos o mesmo problema. Os engenheiros que conheço têm 120% do seu tempo de trabalho ocupado. Os 20% que lhes faltam é da sua responsabilidade arranjar. (Isto sem sequer falar nos salários vergonhosos que por cá se praticam) É o salve-se quem puder. Em Portugal mede-se a dimensão de uma empresa pelo tamanho da sua conta bancaria. Alguns diriam que é a única maneira.
Eu como fui muito mal educado discordo completamente.
La fora, por exemplo, na Google os developers tem aquilo que eles chamam de 20% project. Fixe, mas que raio é isso? Basicamente significa que cada developer deve gastar 20% do seu tempo a criar um projecto, seja ele qual for. Um dia por semana, se quiserem, a coçar a micose. Contudo algumas das ideias que sairam deste 20% project são o Google Reader, Google Suggest, AdSense for Content. Porreiro? Eu pelo menos acho que sim. (Só devia era ser mais o 100% project! :P)
Mas cuidado nem todas as empresas lá fora são assim! Existem aquelas que os Portugueses tomam como exemplo. Como por exemplo os meus amigos da Microsoft.
E essas vivem apenas da gestão do seu interesse. O seu objectivo é criar mais e mais riqueza. Já nem sabem bem porque, apenas sabem que é isso que querem.
Peço desculpa a quem tem o estranho, muito estranho, habito de ler este blog mas o tempo tem sido escasso para dizer o que me apetece. Já as dores de cabeça têm sido mais frequentes.
Entretanto deixo-vos com um post do Ulisses para configurarem o acesso eduroam nos vosso Ubuntu 7.10. E, já agora, se tiverem problemas com a vossa instalação do novo Ubuntu (quando inicia o ecrã fica todo preto) deixo a dica. A culpa é do splash.
Para acabar, alguém tem convites pro DOPPLR? Eu agradecia. :)
A Universidade do Minho decidiu dar 2000 bicicletas aos seus alunos como forma de incentivar o uso das bicicletas no campus, promover a preservação ambiental e a melhoria da saúde e condição física de todos.
Tudo muito bonito até ver-mos as bicicletas. Bem, não sei se não tinha vergonha de andar com aquilo na rua. No contracto, desculpem no bute-contracto, pode-se ler algumas pérolas como a proibição de andar nas butes bêbado, transportar passageiros mediante pagamento e – va-se lá saber como – empurrar ou rebocar algo.
O seu novo presidente deve andar num dia de sorte já que também hoje foi anunciado como novo IBM Cenas. Parabéns!
Pessoalmente sou membro do CAOS, Centro de Apoio ao Open Source, que também faz parte do CeSIUM. Este é sem dúvida o projecto de informática feito por alunos mais dinâmico e motivante da Universidade do Minho. Espero que, num futuro próximo, sejam muitos os estudantes que possam ganhar com a divulgação e apoio que prestamos na área do software livre. Para já SVNs para membros e um mirror de software livre. Em breve outras novidades, como por exemplo um workshop de LaTeX para iniciantes dado pelo Nuno Veloso e oUlisses Costa. Já ouvi falar também se fornecer alojamento aos membros (LAMP), com uma razoável quantidade de espaço, gratuitamente. Eu cá espero que seja LAMPr :P
Uma daquelas iniciativas muito sui-generis, que só podia partir do professor José João. É um professor completamente diferente dos outros, não fala para os alunos como se lhes fosse superior, e está sempre disponível para um bom tema de conversa. Claro que a definição de bom tema é controversa, mas isso é outro assunto.
Mas o nome da iniciativa não devia ser DAC, devia ser algo mais explicito. Era engraçado; se bem que não encontrei nenhum acrónimo giro e adequado.
Também era giro criar um wiki de calão, já que é demasiado difícil aos colaboradores submeter alterações/adições. Assim o projecto ganharia, certamente, outra dimensão e utilidade.
Porque não uma social network de calões? :P Isso não compra o google, penso eu de que! Falhei por um pentelho seco de velha? :)
Conclusão: As aulas de PERL vão ser interessantes…
Já sei que a está horinha já devia andar na terra dos mémés mas aqui o bichinho anda com alguns problemas e estou a dar-lhe um defragzito. Chamemos-lhe um pequeno miminho.. :)
Caso se perguntem que caralho é esta foto aqui ao lado, trata-se de um individuo (provavelmente sobre praxe, ou todo janado) que se deitou na relva a beira do prometeu a apanhar sol. Não sei porque mas achei que esta imagem iria acompanhar bem este texto.
Leram o Correio do Minho ontem? Tinha uma noticia sobre como se tinham dado telemóveis a 170 idosos de Braga. Perguntei-me porque. Será que se avizinham eleições? Provavelmente.. Será que alguém têm interesse nestes negócios com dinheiros públicos? Duhh.. Mas quis ler qual a razão que se dava aos contribuintes para tal oferta tão generosa mas ao mesmo tempo estranha. A noticia intitulava-se:
Telemóveis ajudam idosos
Ajudam a fazer o que? Pronto eu compreendo, como tem pouco tempo de vida não vão morrer por exposição a radiação. Mas considerar isso uma ajuda, epá, isso já é abusar que se farta. Estou mesmo a imaginar a Dona Florinda a tentar mudar o canal com o telemóvel.. Realmente dá jeito.. Agora a sério, ajudam os idosos a fazer o que? Resposta: Exactamente o mesmo que as outras pessoas logo, não faz sentido nenhum andarem a dar telemóveis só porque, vá… É giro..
Fugindo um bocado ao assunto aqui ao lado temos um desenho dedicado ao site ROFLCATS que o tretas tanto adora ver quando estamos a ter aula de Engenharia de Linguagens. A arte é responsabilidade minha e do Mik, mostrando toda a inspiração que o XML nos passa.
Continuando. Quis ler o que tinham os intervenientes a dizer sobre o assunto, nomeadamente quem deu os telemóveis. Eis uma citação tirada directamente do jornal acima citado.
Uma das funções que estes telemóveis permitem realizar, é a possibilidade de contactar rapidamente os serviços de saude.
Era também referido que o custo das chamadas era suportado pelo governo civil – Claaaaaroo.. Iam pagar vocês não? – e que vinham equipados com a fantástica funcionalidade de quando se carrega tecla 3 – DEF – é efectuada uma chamada para o centro de saude. 112 XAU AI, que venha o DEF. E já agora ligar para o centro de saude? Aposto que metade desses 170 VIVE no centro de saude. Vão ligar para dizer o que? Só se for pra pedir panquecas. Enfim. Não, eu não odeio os velinhos. Mas andam a gozar com a nossa cara porque, dar telemóveis? Isto nem para a Microsoft faz sentido.. Ok, para a Microsoft faria sentido, tudo o que implica gato por lebre é, no entender deles, espectacular. Que se lixe. Por fim fica uma foto do ultimo livro que li (UML qualquer cena) e dos que tenho para ler. E também a prova que a cama nunca está feita.
Se tivéssemos a cama em programação OO a cama teria um método chamado Cama.FazerCama. Infelizmente o que se passa é Nuno.FazerCama, o que é uma merda. Vou por aqui uma citação do UML Distilled sobre este assunto. Neste livro chamam CentralizedControl ao Nuno.FazerCama e DistributedControl a cama fazer-se a ela mesma (fixe!)
Both styles have their strengths and weeknesses. Most people, particularly those new to objects, are more used to centralized control.
Claro, não fazer a cama é uma grande vantagem! Agora a sério. Se são novatos em OO como podem estar habituados a uma noção que faz parte deste paradigma? Martin, Martin..
In many ways, it’s simpler, as all the processing is in one place.
Realmente professor, este livro é genial. Centralized, in one place? Ninguém diria. Mais simples? Naaah.. Achas mesmo?
With distribuited control, in contrast, you have the sensation of chasing arround the objects, trying to find the program.
Isto parece ser óptimo realmente. Nem vou discutir os pontos de vista que este senhor vai apresentar em seguida já que concordo inteiramente com eles – até agora estive só a gastar tempo pro defrag acabar, eheh – mas acho gritante que as provas cientificas na nossa área sejam tão reduzidas; e que sejam quase sempre juízos de valor (aquilo que parece evidente) a fazer com que uma teoria seja considerada mais certa que outra. Depois acontecem bugs como o do ano 2k.
Deviamos aprender com outras ciências que existe uma necessidade de provar aquilo que fazemos, não apenas dizer coisas (e bem) e não fazer os testes que corroborem a nossa hipótese. Até nos nos enganamos pessoal!
Despite this, objects bigots like me strongly prefer distributed control. One of the main goals of good design is to localize the effects of change. Data and behavior that accesses that data often change together. So putting the data aand the behavior that uses it together in one place is the first rule of OO design.
Ou seja, qual é a conclusão disto tudo? Deus não sabia programar.
Se quiser aprender pode falar com o senhor Martin Fowler.
Foram anunciados os primeiros IBM DB2 Student Ambassadors Portugueses e, para minha felicidade, fui um dos escolhidos. Os outros dois representantes são o Hélder Pereira e o Simão Soares, sendo que a Universidade do Minho é a primeira a constituir um grupo deste tipo em Portugal.
Vai ser óptimo ter a oportunidade de trabalhar de perto com uma empresa como a IBM, especialmente quando os colegas que foram escolhidos são tão competentes. Novidades em breve.. :P
Para já, e para finalizar, a minha versão do que é um tesourinho deprimente.
Sobre o lema “vais ver que é bom para a tosse” e com uma campanha publicitária que prima pela originalidade já foi anunciada pela Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) o cartaz da recepção deste ano.
Mais uma vez o evento vai-se realizar na cidade de Guimarães contando com nomes como Cool Hipnoise, Henri Josh, Diego Miranda, Slimmy e, para surpresa de todos, Quim Barreiros. Acho mesmo que a única coisa que realmente surpreende é a falta dos Blasted Mechanism o que faz prever que iram estar presentes no Enterro da Gata deste ano.
O preço do bilhete geral é 10€ ; já o diário custa apenas 7€.
Achei que devia partilhar isto. Quando vinha em direcção ao Departamento de Informática (onde presentemente me encontro) ouvi a seguinte pergunta, sobre a praxe na Licenciatura em Engenharia Informática:
O que é que são doze gajas em cento e vinte marmanjos.
De volta a mais um ano lectivo. Já conto com 17 no currículo.
Será que existe alguma coisa melhor que uma manhã com uma boa aula de cálculo? Mmmm. Talvez café com bolinhos. Ou mesmo café com bolinhos e um bom suminho de laranja natural. Talvez um cigarro no fim das duas coisas porque, afinal de contas, a vida não pode ser só saúde.
Lembrei-me com isto de uma estória óptima para vos aborrecer. Alias antes de vos aborrecer aborreci o Ulisses e o Amílcar exactamente com a mesma história. Agora que provavelmente eles estão a ler isto, e já que eles a minha namorada e a Joana são as únicas que lêem este blog, vou perder dois dos meus quatro visitantes.
A minha cadela também vê… Mas (ainda) não sabe ler. Posso contudo assegurar que ela curte a Internet e, inclusivamente, acha o meu blog o melhor blog de sempre. Não, não sou completamente doido. Apenas não quero ferir a susceptibilidade de uma cadelinha tão sensível. (OFF-TOPIC: Já carregaram no ponto de exclamação do yahoo!? Vão lá..)
Num destes dias em que estava a falar com alguém que me conhece apenas como “um gajo dos computadores” essa pessoa disse-me a já mítica frase:
Tu que és dos computadores(…)
Quando alguém, como eu, já ouviu esta frase centenas de vezes já sabe que daqui não vem coisa boa. Mas ia, com certeza, fazer rir. Ouvi com afinco as palavras que proferiu, meditando depois sobre uma resposta.
Explica-me lá como é que funcionam aqueles frigoríficos que tiram cafés?
Eu juro que não me ri. Por dentro estava completamente rendido a pergunta, o gajo ou era genial ou então… Era simplesmente quem ele ainda é! Respondi:
Lá dentro tem um vietnamita anão todo encolhido e quando tu carregas no botão o gajo começa a moer o café(…)
Foi mais ou menos nesta altura que a pessoa em questão se desatou a rir e disse: Brincalhão. Mas como quem diz: tu até sabes só que tas armado em Chico Esperto.
Para que se saiba eu não sei como é que funcionam os frigoríficos que tiram cafés. Tenho, como é evidente, uma ideia de como será. Qualquer dos meus restantes dois leitores que queira investigar este assunto faça favor de deixar a resposta em comentário.
Esta mensagem não me é nada indiferente. Tempos conturbados no Ensino Superior Português.
A mensagem que se ambiciona transmitir, através de palavras claras e objectivas, a todos os alunos do curso LESI que se sentem parte desta causa pressupõe algo não inédito mas antes verdadeiro.
Assim será possível partilhar toda a informação, abrir discussões produtivas e tentar encontrar soluções adequadas para todos os visados, não tendo como objectivo hostilizar qualquer entidade, nem apoiar qualquer grupo parcial, mas sim primar pela integridade e promover a construção de uma estratégia que facilite atingir os nossos direitos, todos aqueles que se relacionem com a obtenção pelos alunos das qualificações programadas aquando do ingresso no curso referido.
Nesse tempo, e após a análise dos cursos disponíveis na área da Informática, e considerando todo o percurso, qualificações e habilitações atingíveis em cada um, a preferência por LESI fora inequívoca, ingressando assim na Universidade Sem Muros. Olhava-se o destino com uma esperança reavivada e todo o universo parecia caber na palma de uma só mão.
Vínhamos para fazer a diferença!
Findos os primeiros três anos muitas das esperanças deram lugar a realidades longínquas, imergindo assim uma universidade feita de muros sólidos que mais parecem estar lá desde sempre.
A promessa de Bolonha apareceu, anunciando destruir todas estas barreiras. Exigia-se agora uma maior cooperação dos alunos com a Universidade, mais e melhor qualidade na investigação, inovadores métodos e melhor qualidade no ensino, uma avaliação realmente contínua, maior mobilidade, mais liberdade na escolha do currículo académico. Uma Universidade feita para os alunos.
No entanto Bolonha chegou e o processo de transição LESI/LEI que se impõe ameaça, desde já, os seus pressupostos mesmo antes da sua consumação. Os mesmos interesses que mantêm todos os muros firmes há tantos anos, cerram os dentes para impedir que estes se movam ou caiam.
De modo a contrariar esta tendência, em prol dos direitos que assistem aos alunos e para que finalmente tais barreiras desapareçam reivindica-se:
Que, em situação alguma, resulte desta transição uma situação menos favorável para o aluno que aquela em que se encontraria se esta não tivesse acontecido, quer em termos académicos como em termos económicos.
Que se abram novas vias de diálogo entre os alunos e as entidades decisoras que permitam quebrar a constante falha de comunicação e consequente falta de informação referente a este processo.
Que se trave uma transição brusca e perdulária, reflectindo-se sobre quais as soluções proeminentes e implementando-as a seu devido tempo.
Que se incentive a mobilidade, ocupando cada Unidade de Crédito Curricular um e só um semestre.
Que nenhum aluno tenha que tomar diligencias para salvaguardar os seus interesses, sendo que as entidades por isso responsáveis o façam de uma forma séria e interessada.
A união e o empenho serão uma constante, força esta agregada ao instrumento Palavra, o qual se acredita ser suficiente e capaz de dissuadir os entraves que ameaçam o futuro, até que as demandas atrás referidas sejam reconhecidas como parte fulcral para uma justa transição dos alunos para os seus novos cursos acordantes com o tratado de Bolonha.
O pessoal do CeSIUM criou um site mirror de software livre que tem sido um sucesso. Como conheço gente que trabalhou neste projecto, gostava de lhes dar os parabéns e, ao mesmo tempo, apresentar este website que nos fornece bons Sistemas Operativos (em alternativa ao Microsoft Windows) mas absolutamente GRÁTIS.
American Splendor, o anti-herói americano deu ontem na RTP2. Infelizmente só consegui apanhar metade, mas foi o suficiente para querer ver o resto. Se calharem de ver esse filme à venda por 3.99€ numa qualquer loja, comprem. Alto, apenas se tiverem gostos parecidos com os meus, ou seja se gostam de Celine Dion e os vossos filmes favoritos são o Titanic, Pearl Harbor e o Crash, o filme não vale os 3.99, alias nem 50 cêntimos deve valer.
Já agora, ouviram falar da Kendra Ross? Eu ouvi umas músicas dela hoje no youtube e parece-me que o CD que ela lançou este ano deve valer a pena escutar. Artistas com as quais a identifico, Alicia Keys, Maria Rita, Katie Melua, Norah Jones. Claro que não têm obrigatoriamente o factor-x que todas estas têm, mas pode valer a pena comprar o CD. Bem parece que a minha lista de compras anda a crescer exponencialmente. Já o dinheiro que tenho no bolso é uma constante, zero… Consequências de ser órfão de feitio. Continuando, o novo da Maria Rita sai dia 14 deste mês. O compositor da música que da o nome ao disco, Samba Meu, deixou no youtube uma previsão do como será essa faixa. Fica aqui um cheirinho de como será o álbum, mas o videoclip é muito mau. Esperemos pelo oficial.
Agora, como branquear os dentes com morangos.
Contextualização: Tu bebes, fumas, tomas café, fumas umas ganzas, cheiras uns riscos (mãe, estou aqui), e lavas os dentes sempre que vais para a cama com a tua mulher. Como já estás divorciado há dois anos, os teus dentes estão amarelos e cheios de manchas. Sais à rua para comprar a escova que te falta, a dos dentes. Porque não um pouco de bicarbonato de sódio para limpar as crostas que entretanto se formaram onde costumavam viver os dentes? Boa ideia, compras. Sentes-te um homem novo, pronto para enfrentar a vida de bicarbonato em punho. Pensas sobre a coisas, música, cinema, pessoas a tua volta, as cores, tens que tomar banho, aquele projecto que deixaste a meio. A brisa que te bate na tromba é agradável, e então lembras-te de uma coisa. Esqueceste-te do principal, a pasta dos dentes. A falta de treino faz destas coisas por isso voltas ao supermercado. Merda da aquafresh, recomendada por 105% dos dentistas Portugueses segundo um estudo da Universidade Católica. “Estes gajos até estudam por isso devem saber o que fazem, vou comprar uma com sabor a hortelã” pensas. Assim se me faltar o que usar para temperar os bifes… Fodasse, a bola começa daqui a 15 minutos, logo a liga dos campeões. Sais disparado da secção da higiene. Secção de higiene….. *suspiro* Dá logo para imaginar coisas fantásticas, mas controlas-te. Afinal vai dar o Porto Liverpool. Corres pelo corredor fora. Alias tu não corres, tu deslizas.. E enquanto o fazes bates contra uma amiga tua do nono ano. “Que seca”, pensas, “vou-me atrasar ainda mais”.. Até que olhas bem pra gaja e pensas, ah, se calhar vale a pena atrasar-me um bocadinho… mmm.. Falas um bocado e descobres que ela está solteira e, pelas pistas que te deu, parece que vais ter sorte logo a noite. Combinam um café, e ficas preso a visão dos seus dentes alinhados e branquissimos, num sorriso que te fez esquecer todas as trivelas do Quaresma.
O que se pergunta é porque raio é que ela irá querer um desgraçado como tu, mas esquece esse pequeno pormenor.. Ela não te conhece!! :) Como é que te vais safar da situação? A resposta é simples, com os dentes branquinhos. “Mas como, só tenho 30 minutos para me preparar!?” Relaxa, fica tranquilo. Esquece fazer a barba, elas gostam deles assim. Esquece tomar banho, ela vai adorar o teu cheiro viril. Guarda esses truques para um próximo encontro, não podes dar tudo assim de mão beijada. A resposta está na cozinha. Pega nos morangos, esses que estão ao lado dos restos de arroz de leite com queijo e bife grelhados em folhas de alface do jantar de ontem a noite (referência à cuisine-a-la-raven, ou seja existe mesmo quem cozinhe assim e eu conheço).
Dou os meus parabéns a quem chegou a esta parte do texto. Parabéns!
Continuando. Pega em 1/4 de morango e mistura com meia colher de chá do bicarbonato que compraste. Não Raven, isto nao é para pôr no arroz. Tritura isso até ficar uma pasta e espalha-a uniformemente pelos dentes. Vai ver o resto da primeira parte, se faltarem 5 minutos para acabar :P Depois vai a casa de banho tirar isso da boca, força. Tens agora os dentes ligeiramente mais branquinhos o que deve chegar pra gaja não te achar totalmente nojento (ou seja com um pouco de paleio, tu vais lá!!!). Vê lá a segunda-parte e, para celebrar a vitória, porque não ir “tomar um café” ;) Feeling lucky today!
E agora Métodos de Programação, parte II. “O Assalto do Tédio”, uma produção do Departamento de Informática da Universidade do Minho assinada por José Bernardo Barros. Agora a sério, eu adoro informática como é que alguém consegue fazer para mim da informática um tema desinteressante é algo que me interessa. Vou investigar neste tema e, com sorte, talvez não publique. Mais, todo este post é resultado de não querer estudar. Que desgraça que vai ser, e vai ser assinada por este homem, no meio das flores perdido…
PS. Acabei de descobrir que alguém procurou “big nose” no google e encontrou o meu primo Ricardo. Por fim posso morrer feliz! :)
Starting to study to my math exam. Oh well there are worst things in life (like when your boxer shorts come up and you feel all &*$! and you can’t put them right cause it would look really bad)