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Microsoft Student Partner

Tenho que confessar que não contava escrever um artigo sobre a Microsoft no próximo século. Suponho que quem lê esta página acha que eu devo ser um fundamentalista- semi-taliban-anti-microsoft. É mentira. Programo em C# usando .NET e VSTO já à um ano e inclusivamente já o fiz profissionalmente para a MobiComp. No meu dia a dia uso Windows XP (copia original que me foi fornecida pela Microsoft por ser estudante de engenheira informática). O meu primeiro computador já corria DOS e depois tive um com o fantástico Windows 3.1 (mas já na altura eu preferia a consola :P).

Podem até dizer que ando amuado por causa do triste episódio que aconteceu quando me convidaram para ser MSP. É mentira e está provado já que até optei por não publicar o acontecido para não embaraçar ninguém.

Então vejam lá que na TakeOff o Vítor Santos da Microsoft fez algumas afirmações polémicas. Como tal tentou remediar pedidindo ao Alcides que cortasse o podcast de forma a omitir essas declarações., tendo este acedido ao pedido. O pessoal não gostou nada e contestou, mas não sei dizer se tiveram razão já que não tenho noção se as gravações estavam ou não prometidas antes da conferencia.

Passado uns meses eis que surge um novo Alcides MSP. Até aqui tudo normal já que a qualidade do Alcides enquanto estudante é muito acima da média considerando os estudantes que a Microsoft escolheu para MSP no ano transacto. E acreditem que nem querem saber qual é a média…

Depois eis que surge um post muito elaborado e igualmente contraditório no blog do Alcides sobre a validade (ou falta dela) do desenvolvimento em Open-Source. As afirmações dele pareceram-me ingénuas e infundadas, mas recusei-me a comentar até porque não me considero uma autoridade no assunto. Longe disso.

Agora vejo esta resposta a dar cabo do artigo dele. Cai-me o queixo ao chão. Os contornos da situação e da realidade da Microsoft Portugal mais parece um argumento de um filme Hollywoodesco. A empresa de Software que não produz software parece andar “por cá” apenas para fazer marketing e gerir os interesses da marca.

e-oportunidades

O incrível governo Português apresenta: e-oportunidades, uma iniciativa para a generalização do uso dos computadores e Internet. Um computador portátil para cada estudante do ensino secundário em Portugal por apenas 150€! A minha avó sempre me disse isto:

Neste mundo não se dá nada a ninguém.

Como dizem os Ingleses, “what’s the catch?”. Para explicar os meus pontos e vista sobre o assunto vou antes introduzir o tema.

O governo Português vive para a estatísticas, para os relatórios. Para que se possa dizer que os tão famosos indicadores melhorem. Porque o fazem? Para que Portugal cresça dirá uma pessoa apanhada desprevenida. Não! Porque Portugal vive da televisão e está baseia-se em relatórios para dar noticias, nos indicadores. Existe, de facto, uma correlação entre o número de apreciações positivas nesses indicadores com a popularidade do governo. Ou seja, o tacho deles está dependente disso.

Costumo dizer se tens um problema com alguém e ele não o resolve, faz com o problema seja também dele. Garanto que o problema vai aparecer resolvido.

Os indicadores são problema, logo o o governo precisa de atingir determinadas metas. Apenas por isso eles fazem algo por Portugal. Essa do patriotismo faz-me rir. As pessoas só fazem por elas próprias. Já não existem governos, são governos-empresa a trabalhar milestone por milestone. Já não somos cidadãos, só clientes.

Surge assim um problema, o governo quer atingir objectivos para ser reeleito e continuar a ter a sua vida principesca. Mas e o dinheiro para dar tanto computador a 150€? Resposta: Não há! Então faz-se magia.

Apresentando, governo como mágico. Numa mão, o computador por 150€. Na outra, Internet. Toda a gente fica a olhar para o computador. Quando se junta as duas mãos temos o fantástico resultados final:

  • Computador por 150€ + 36*(35-5)€; ou seja 1230€.

Isto é o valor máximo que o computador pode comprar, o mínimo depende do que a operadora móvel cobrar pelo serviço de Internet INÚTIL que vai obrigar o cliente a ter durante 36 meses. Sim, obrigar. Contrapor-se-ia que a Internet é importante. Sim. Mas paga? As escolas têm wireless grátis. As universidade também. E mesmo que não tivessem, não é obrigação do governo fornecer as pessoas a Internet?

A verdade é esta. Se querem ajudar a evolução tecnológica Portuguesa façam algo de jeito com os dinheiros públicos, algo que não seja encher os bolsos dos privados (provavelmente os vossos, ou onde tem interesses). Façam redes wireless gratuitas nos principais centros urbanos, criem meios para o acesso a Internet nas regiões interiores, arranjem realmente computadores a 150€ (não 1200). Subsidiem o ensino superior e o ensino secundário; publico e de qualidade.

Steve Jobs Stanford Commencement Speech

It’s been a while since the last time I watched this video. Watching it helped me see how obstacles can be useful to achieve what you expect from life. I can relate to Jobs little tail in many aspects and just feel thrilled that he pulled it off.

In our daily life, all factors seem to force us to settle. Everyday we hear people saying, judging, that we shouldn’t look for so much. Settle for a decent paid job, settle for a decent wife. But you will never excel if you are not doing what you enjoy. That isn’t simply what you are.

The higher you get, the higher the fall right?

Wrong! There’s no thrill in the ride if we can’t get to all the high places. Falling is just another part of life, deal with it. Learn with it! Do not, under any circumstances, live by it.

EnergyVille

Acho engraçado que uma empresa que quase vive do petróleo, a Chevron Corp, tenha criado este jogo.

Sinal de mudança dirão alguns, cortina de fumo digo eu.

O jogo é engraçado, num estilo SimCity mas não é coisa para demorar mais de cinco minutos a acabar.

Para jogar carreguem aqui.

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