Já que me andam a citar por ai…
“Quero continuar a contribuir para que o país deixe de ser tão triste, mesquinho, pequenino e ridículo.” diz Luís Filipe Menezes.
Ainda bem que o senhor é português, senão sabe-se lá o que diria. Mas vamos lá a NÃO votar muito nele; se fica poderoso ainda manda fuzilar o país inteiro.
Ah, vou ter umas laranjas podres guardadinhas no bar para lhe fazer o suminho quando ele lá for. É o mínimo que posso fazer pelo meu país pequenino, mesquinho, insignificante, medíocre, escasso, somítico, amargurado, grotesco, risível, idiota, asqueroso, nauseabundo, repugnante. Uff, sinto que cometi uma heresia e que devia ser queimada na fogueira, mas sei quem levaria junto tá bem sôtor Menezes.
Opinião presente na página da Joana que copiei na integra já que a subscrevo da mesma forma. Mesma família, mesmo na politica. Até agora tentei, na minha máxima força, não comentar politica neste blog. Mas é difícil, esta-me no sangue.
Aproveito para dizer que, ao abrigo de Bolonha, a Joana está a acabar o quarto ano da sua licenciatura. Se reprovar vai ficar licenciada (já que apanha a transição Bolonha e fica com o curso em três anos). Se passar fica licenciada, na mesma situação que todos os seus colegas que o fizeram em três anos.
“Tristes, mesquinhos, pequeninos e ridículos” políticos fazem com que outras situações como esta sejam possíveis. Situações como pagar duas propinas, não se ter direito a concluir a educação no plano de estudos no qual se ingressou, retirarem dois anos a uma licenciatura privando de disciplinas fundamentais e obrigando pessoas economicamente carenciadas a pagar um mestrado para reparar essas lacunas. Devo eu continuar? Parece-me que não, pequeninitos políticos, senão não iria parar tão cedo.
“Partidos políticos”, já pensaram na junção destas duas palavras? Parece feita no inferno.
Tomar partidos na politica, esperar-se-ia que fosse o dos Portugueses.
Mais nada!!
O partido dos ridículos, pequenos, desprezáveis… Nós!
Enquanto foi escrito este artigo houve mais três políticos a porem vídeos no youtube e a usarem palavras como clicar nesse vídeo. Isso é que é politica de nova geração, sem duvida. Trash-Politics!
E depois eu é que sou da geração rasca.. Só vejo palhaços a governar um pais e nenhum deles sabe que existem IDEAIS diferentes de “ser rico, famoso e ter uma carreira invejável”.