Quem estiver interessado em bases de dados e XML, ou talvez apenas em conhecer outros IBMers, pode/deve dar um salto ao DB2 on Campus. O evento vai ser realizado em duas universidades: Universidade do Minho e Instituto Superior Técnico.
de pertencer a Universidade do Minho. E ao mesmo tempo inveja de não ser do Instituto Superior Técnico. A quem diga que proibir não a praxe não é correcto, mas eu sinto inveja de não puder passear pela minha universidade sem ver humilhações, hierarquias, palhaçadas, etc. Dizem que é preciso mudar mentalidades e que isso demora muito tempo. Mas banir as praxes é um óptimo primeiro passo nesse sentido. Não faz sentido que aqueles que são formados superiormente em Portugal consigam pensar como tal? Pode ser que o resto apareça magicamente por acréscimo. Não no imediato, mas talvez a longo prazo.
Pessoal do Minho, todos juntos. Usem o vosso cérebro. Recolham informação sobre praxe, leiam textos e opiniões. E depois, se continuarem a achar uma coisa bestial.. Bem nesse caso são casos perdidos. Mas eu acredito que alguns se apercebam da aberração que a praxe é. E mudem, e vejam que não faz sentido nenhum. Nunca fez.
Eu conheço muitos que se aperceberam, e tem vergonha de ter sido praxados e terem praxado. Ainda bem! (Mas não chega)
Uma coisa vos garanto e é esta. Quanto mais cedo começarem a pensar, mais arranjam um emprego fora desse call-center mal cheiroso onde trabalham. Mais cedo começam a ser respeitados pelo que fazem. E mais cedo conseguem fazer algo no qual se revêem e que vos dá gosto fazer.
A praxe é, por natureza, uma anormalidade. Não vou discutir que dentro da anormalidade que é algumas pessoas tentam, de facto, integrar os alunos. Mas é uma coisa medieval e não tem lugar numa instituição de ensino superior. Nos moldes que as praxes são praticadas isto é um facto. E os responsáveis pela universidade, como o reitor, sabem isto. Não o dizem porque só têm a perder e nada a ganhar. Mas sabem-o. Sabem-o mas não fazem nada acerca disso.
Contudo como o ministro Mariano Gago enviou um oficio a falar sobre a responsabilidade criminal das praxes seria de esperar que o reitor mudasse algo. A pergunta seria. Será que vai ter a coragem de proibir os actos de praxe na academia ou, muito simplesmente, irá passar a batata quente para o lado dos alunos/docentes/funcionários com um despacho que mostra o seu compromisso em querer mudar as coisas, sem de facto o fazer? A resposta, essa é simples
Aqui está ela:
- Todo e qualquer acto ou procedimento que configure ilícitos de natureza civil, criminal ou disciplinar, deve ser de imediato participado à Reitoria, seguindo a tramitação normal.
Por exemplo dar uma joelhada na cabeça de um miúdo recém entrado na universidade? Ou andar de mascaras a coagir os caloiros a fazerem coisas contra a sua vontade, até eles chorarem? Quem faz isto? Resposta simples: As pessoas que são consideras pela AAUM como a máxima entidade no que toca a praxe. A joelhada que eu presenciei foi dada, por exemplo, por aquele que toda a gente indica como próximo papa. É o número dois da praxe. Admirado? Claro que não.
- Qualquer agente da Universidade, docente, funcionário ou estudante, que presencie actos ou procedimentos que configurem ilícitos de natureza civil, criminal ou disciplinar e que os não participe, pode ser responsabilizado (civil ou criminalmente) por omissão, em coerência com o conteúdo do Ofício ministerial.
Traduzindo: Se vires denuncia. Se não o fizeres a culpa é tua. Nossa nunca é.
- A participação nas actividades com significado académico ou sócio-cultural, integradas no acolhimento aos novos alunos, tem carácter voluntário, pelo que nenhuma forma de coacção física ou psicológica deve ser permitida nas instalações da Universidade.
Acho que preciso de andar menos de 50m para ver isto a acontecer, pelo menos, umas 5 vezes num espaço de uma tarde.
- Não são autorizadas em nenhuma circunstância, manifestações de acolhimento, fora do Programa de Acolhimento aos Novos Alunos, que perturbem o normal funcionamento das actividades da Universidade.
Como dizer aos alunos para faltarem as aulas para ir fazer a praxe X/Y? Também nunca aconteceu. Nem vai continuar a acontecer…E a parte das manifestações de acolhimento é de rir. Digno de um sketch de gato fedorento. Estarão-se a referir a rebolar na lama, fazer flexões ou comer cebolas cruas?
Isto tudo é um pouco como o Marcelo e o aborto. É proibido, mas pode fazer-se. Eu cá aguardo o dia em que o reitor da Universidade do Minho seja uma pessoa de convicções e que não tenha medo de enfrentar as tempestades em prol de uma universidade melhor. Até lá, boa sorte aos caloiros.
O meu conselho é não participem nas praxes, nem assinem documentos a dizer que são anti nada, nem sequer liguem a qualquer pessoa que vos pede para os tratar por doutor/engenheiro. E se algum for contra o que diz neste despacho, denunciem a associação académica e não aceitem a lavagem que eles vos vão tentar dar a dizer que não há necessidade e é uma coisa de nada. Há necessidade e é muito grave. Se eles não fizerem nada, denunciem a policia e depois fiquem a ver como eles começam a saltar quando o fogo lhes chega ao rabo. Não deixem que ninguém vós rebaixe ou vos humilhe. Os vossos pais estão a pagar pela vossa educação, não para que uma cambada de imbecis vos trate como se não fossem humanos e tivessem menos direitos.
Para aqueles que andam sempre atentos as novas startups aqui está mais um projecto inovador acabadinho de sair da Universidade do Minho. Apesar de o projecto ainda estar muito verde os autores já contam com algumas parcerias importantes, assim como o sempre necessário apoio financeiro.
A ideia por trás do Ambrosio é um agregador de produtos/lojas de comercio tradicional, servindo este como veiculo de promoção das lojas/produtos e fornecendo aos utilizadores finais produtos que, por exemplo, não conseguem comprar num Hipermercado perto de si. Outro tipo de mercado que se pode abrir é certamento o do turismo rural através de, por exemplo, uma sugestão de onde dormir, onde comer ou indicação de onde estão a decorrer as festas tradicionais da terra.
But what is CDDIP? CDDIP stands for Conceptual Design and Development of Innovative Products and the goal is to facilitate better interdisciplinary and multidisciplinary collaboration for BSc and MSc students with different technical backgrounds.
If you are from another country and you are also going you can leave me a comment. See you there!
Como viram andava aborrecido com o facto de não me conseguir candidatar ao programa. Bem parece que o problema está resolvido.
Para quem não sabe o NetworkContacto é um programa de estágios internacionais financiados dentro da comunidade europeia. Existem programas parecidos para, por exemplo, fazer estágio no Japão (Vulcanus in Japan).
Na criptografia clássica o One Time Pad é o mais famoso algoritmo de encriptação simétrica. O principio é simples. Um simples XOR entre a chave e o texto que quer deseja encriptar, sendo que a chave deve ser do mesmo tamanho que o texto e aleatória. Não compreenderam? Passo a explicar com uma história ilustrativa:
Imaginemos que a Alice convidou o Manel – o Bob foi fazer séries televisivas para crianças sobre construção civil – para sair mas assume que a Eva – provavelmente a ex-namorada – recebe todas as mensagens que são enviadas pelo Manel (mania da perseguição ou principio de Kerckhoff , eis a questão.). Então quando o convidou para sair disse ao Manel para usar como chave um simples ’1′ e para responder ’0′ caso não tivesse disponibilidade e ’1′ caso tivesse.
O Manel quer e responde sim e supõe-se que a Eva viu a mensagem resultante – 0. Como a chave foi gerada aleatoriamente pela Alice e é partilhada apenas pelos dois a Eva apenas sabe que existe a probabilidade de 50% de ele ter aceite, e outros 50% de ele ter recusado. Mas bem isto já ela sabia sem ter que recorrer a métodos de cryptanalysis. E mesmo se as probabilidade forem diferentes a analise vai sempre mostrar apenas aquilo que já se sabia. A probabilidade de cada digito acontecer.
Esta conclusão é generalizável a um qualquer número de bits, como foi provado por Claude Shannon.
Parece perfeito mas é impraticavel. Como é obvio é preciso de uma chave do tamanho do texto que precisamos de enviar, todas as vezes. E essa chave tem que ser do conhecimento dos dois interlocutores. Se quiserem saber o que aconteceu depois para resolver o assunto vão ter que aprender muita criptografia pelo meio. Mas não é isto que me levou a escrever este artigo.
O que me levou a escrever este artigo foi uma pergunta – de um exame antigo de criptografia – na qual se perguntava como era possível que, num banco que conseguia usar este método (apesar de ser impossível, mas ok!), tivesse havido uma transacção na qual teria sido depositada 500 euros em vez de 100 que tinham sido ordenados pelo titular da conta. Teria forçosamente que existir um man-in-the-middle mas como podia ele romper este algoritmo.
Apesar de não ter a certeza penso que a resposta seria: Ou o bandido tem a chave ou então ele sabe onde está o ’1′, fez XOR com um dos 256 dígitos disponíveis e teve a sorte do input ser aceite pela entidade bancária como 500 euros. Por outras palavras o OTP protege a confidencialidade mas não garante a preservação do seu conteúdo (acho que normalmente se refere a isto como integridade dos dados :|).
Bem a minha primeira aventura em rails chegou a metade. Quem estiver interessado em ver as sources, pode sacar este não-tão-pequeno ficheiro. Senão fica aqui a screenshot. O site não está online porque eu, com a pressa, não tenho a certeza ser fiz escapeHTML ao texto que vem da base de dados. Ficam as screenshots:
Soube esta terça-feira o meu calendário de exames. Lá estava presente um um exame dai a 6 dias . Entretanto , como alguns de vocês sabem, quarta-feira estive no ISEP na qualidade de DB2 Ambassador e sábado e domingo tenho compromissos profissionais assumidos anteriores a saida do calendário. Já tive que voltar atrás com a minha palavra em projectos importantes com deadlines neste mês e fazer um sacrifício para acabar outros tinham bastante urgência.
Fiquei assim com dois dias para estudar.
Não compreendo esta falta de respeito e consideração dos docentes pelos alunos. Será que lhes custa entender que são pessoas, como eles, e que como eles também tem os seus próprios projectos e compromissos? É assim tão difícil definir um calendário e stick-with-it? Mas isto no inicio do semestre se fizer o favor! Outro amigos meus tem viagens marcadas para esta altura, já que no próprio calendário escolar existem períodos de férias. Será que alguém se esqueceu disto também?
So here comes my first ever XForms sample. If you are interested in testing them out I’ll have to give you some pointers. First off all your browser probably can’t render XForms. So you need to find a specific add-on for your browser to make it work. As this XForms where made in Mozilla Firefox with this add-on I strongly recommend that you use it to get the same results. This is not my fault, XForms is not as mature as HTML or CSS and therefor these things tend to happen. You will see what I’m talking about when I get to the Know Issues! :PNow two short notes:
For the load/save button to work you will need to change the path in the code. Just look for xforms:submission and replace the filepath for the one in your computer.
You need to comment what’s between this for the load button to work. Why? The bind is interfering with the instance replace. How do you fix it? If i knew I would have. I think that when I do remove the bind and add the schema this behavior will be fixed..
<!– remove this lines to erase load bug. Using a schema will fix this –><!– EOB: End of bug –>
Credits for the icons go to famfamfam.Here is the list of known issues (any help is welcome):
Not binded to the schema. That’s because I’m lasy and METS is hard work.
xforms:select1 won’t hide the scroll on overflow:hidden. I’m not sure this is my responsibility as the add-on doesn’t represent a full XForms implementation.
Submission not implemented. That was really not the point.
Submission button is relevant when no authorid or workid is given. Anyone?
Can’t style ‘add’ and ‘remove’ trigger differently from the other xforms|trigger. I tried creating a class for them having as result a weird inverted triagle. To replicate this bug you need to find a trigger and add style=”border:100px;”.
We use XSLT all the time to convert a XML document into another format. XML Schemas are XML documents and I think it would be interesting to create the user interface and model for that specific schema using xForms. This would drastically decrease development time and would allow a quick view on what that XML Schema is all about. In other words, this would do for xForms what JAXB does for Java.
Why xForms? xForms is W3C recommendation for creating user interfaces and it’s based on the MVC pattern. This is enough to convince me, I’m all for standards.
While researching I found some works on this subject [here, here] but they are mostly on conference proceedings and therefor I thought no one had really implemented a Generic Schema to xForms transformation engine. Before giving up I asked Vítor Rodrigues about this, as IBM is know for their XML Alphaworks. Guess what? Now I have the solution.
Here’s what you need create an xForm from a Schema:
Este trabalho serve como introdução aos Plugglable Authentication Modules (PAM), do ponto de vista da administração de sistemas e desenvolvimento de aplicações num ambiente Linux. São também abordadas as temáticas da segurança e do desenvolvimento de novos módulos. Para finalizar é apresentado um pequeno exemplo prático em como desenvolver uma aplicação PAM-aware.
Quem estiver interessado numa breve introdução ao PAM basta carregar aqui.
I just got my first brand new MacBook and, as one would expect, some problems emerged by leaving my usual OS combo (Ubuntu/Windows) for Mac OS X Leopard. I’m still undecided whether to install Ubuntu or use VMWare Fusion to use Linux. As for Microsoft Windows as long as I don’t need to use .NET I don’t think I’ll install it. Not even with the free licenses Microsoft provides University of Minho students.
DB2 (will IBM make it available for mac anytime soon?)
The question you are probably asking is why Firefox instead of Safari!? Because the damn unsafe add-on for del.icio.us is just that: del.icio.us! I just can’t live without it. Maybe if the guys over there worked the basics of security we could say that it’s both excellent and safe! And don’t say there’s a add-on for Safari as well. I’ll only accept it if the add-on is as good as the one provided by Yahoo.
Now we go for the fun part. The problems and solving them. Your attention please, this is only fun for me when I do it on my computer so it won’t be pleasure if you ask me to fix your computer! Joana this one is for you, I know how your mind thinks.. Almost as badly as mine. Oh well, we are related aren’t we? :\ Please release those crazy Christmas photos to the world! :X
I’ll start with a small OS free tip and then go for the Q/A part. If you are Portuguese like myself you just hate all the results that google gives you from .br domains. Most of the results are overrated and most of the times you just wish that they weren’t there. If this is the case just do your normal search in google but write -br in the end. Just test this, go to google and type governo brasileiro -br. It works ;)
How do I get my mouse to behave like a normal one by removing this dreadful acceleration?
What’s wrong with the encoding on TextEdit? The automatic descovery does not work and even when I specifically tell him to use this encoding it won’t work. The Where is ISO 8859-15 dilemma.
Still don’t know. Anyone? If you want to test the bug just do this (from here):
$ echo é > ~/a.txt
$ cat ~/a.txt
é
Open a.txt with TextEdit and get:
È
Cracked it! At least I have a partial fix for Migrating documents from Ubuntu to Mac OS X Leopard:
And yes PAM is as in Pluggable Authentication Modules. So I have a latex work on that :P
Where is type-a-name application? It’s not on the dock.
Just press cmd + space and type what you are looking for. This is called spotlight. Either this or open Finder and go to applications.
Why doesn’t it show my dashboard when I go to the left/whatever corner?
Have you even configured your mac? Common.. Click the apple on the top left corner and go to System Preferences. Exposé and Spaces. And now that you are there take a look around and configure all the other things that you neglected.
This computer is always underlining the words in red. (when the spelling is right :P If not you are a dumbass for asking this!)
Hoje quando peguei no carro bem me parecia que estava frio. Um grau negativo em Braga. É caso para dizer: Porra! :P
E já agora já ouviram falar em gramática independentes de contexto a gemer!? Não!? E se vos falar de parsers a gemer?
I’m really happy to announce that I was selected as featured DB2 Student Ambassador on IBM website. I really would like to thanks Vítor Rodrigues for all the help, for being a my DB2 mentor and most of all a good friend! I also feel obliged to mention the work of the other DB2 Ambassadors that have helped to establish the first Portuguese DB2 Study Group. So Simão, Hélder, João, Nuno and Marcelo thank you :) Finally I would like to thank the support of CeSIUM and CAOS, two students organization that I am a part of and that provided the hardware and know-how that made the site, blog and DB2 server a reality.
I hope that with this many Portuguese students like myself see that your work can be recognized – even by industry leaders like IBM – if you just go the extra mile. So do it! It’s your life, live it to the the fullest.
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive
Acordaram-me as dez da manhã para uma vistoria. Embora seja muito provavel que fosse porque alguém deu uma pertence como roubada, quando confrontamos a responsável com o motivo foi-nos dito que era por causa da HUMIDADE.
Foi mais ou menos assim:
Por muito que gostasse de vós dizer que estava a brincar – à parte do video que é de uns apanhados – não estou. Foi mesmo assim o meu acordar. Embora a menina que se queixou da humidade fosse ligeiramente mais bonita… Talvez muito.
De acordo com o RFC2828 uma assinatura digital define-se como sendo um valor calculado com um algoritmo criptográfico e anexado ao objecto de dados de tal forma que se possa usar essa assinatura para verificar a autenticidade e integridade dos dados.Então o que é uma assinatura digital XML (W3C XMLDSIG)? É, como seria de esperar, uma assinatura digital mas adaptada a assinar documentos XML.A forma como funcionam é extremamente fiável.Logo para começar a assinatura não só assegura que a pessoa assinou aquele documento é de facto quem se espera – através de um certificado – como também que o mesmo se manteve inalterado até ao momento em que foi apresentado. Uma mensagem encriptada com uma chave pública apenas pode ser desencriptada com a correspondente chave privada.
Começamos por processar o documento. Para isso precisamos de transformar o ficheiro XML em um ficheiro que seja igual na fonte e no destino. Como sabem em XML ter
<nome> Nuno Pinto</nome>
É igual a
<nome>Nuno Pinto</nome>
Logo surge a necessidade de criar uma representação única para cada documento XML. A este processo chamamos canonicalização. Numa assinatura digital XML existe a necessidade de explicitamente declarar qual foi o algoritmo usado para criar esta representação. Agora podemos processar o documento XML e criar, através de um algoritmo criptográfico num processo normalmente chamado de digest, uma impressão digital do documento. Em seguida, com a chave privada, encriptamos essa impressão digital e enviamos para o destinatário a nossa assinatura (que contém a chave pública, certificados, impressão digital assinada e os algoritmos que foram usados para o digest e a canonicalização).Ao receber o documento assinado pode-se verificar o resultado do digest do documento (usando os algoritmos contidos na assinatura). Depois podemos desencriptar a impressão digital assinada e comparar os dois valores. Se coincidirem é valido dizer que o documento é autentico e não foi alterado. Fixe!Por fim resta dizer que existem três tripos de assinaturas XMLDSIG.
Detached: O documento XML a ser assinado e a assinatura estão são dois ficheiros distintos, sendo que esta tem uma referência ao documento que se propõe a assinar.
Enveloped: O documento XML e a assinatura surgem no mesmo ficheiro de uma forma sequencial.
Enveloping: O documento e a assinatura estão contidos em um envelope XML.
Para quem estava interessado no tema anterior deixo-vos as sources do livro Beginning Cryptography with Java. Pelo menos usa bibliotecas de uso livre (bouncycastle). Quando acabar o trabalho disponibilizo-o neste post. É com muita pena minha que tenho que comunicar que o livro não está disponível na biblioteca da Universidade do Minho.
Diffie-Hellman is a cryptographic key agreement algorithm that allows two parties that have no prior knowledge of each other to jointly establish a shared secret key over an insecure communications channel. This key can then be used to encrypt subsequent communications using a symmetric key cipher.
We were asked at cryptography classes to develop such algorithm using the core java libraries. I made a little test – I think they call it jUnit – to prove that both famous Bob and infamous Alice share the same dirty little secret.. :)Source:
http://nunojobpinto.googlepages.com/diffie-hellman.zip [EDIT: As Ruben pointed out Diffie-Hellman is vulnerable to man-in-the-middle attacks. This is a purely academic work and - despite the brilliance of the response - is not intended to be used as is. If you want to learn more about this maybe you should read about station-to-station and certificates. In Portuguese you can use the resources given to cryptography masters students at University of Minho]Also if your using Netbeans IDE 6 you are probably noticing that the themes SUCK. I don’t even mean this as it’s not eye-candy, I really mean they hurt the eyes and I am already using glasses due to the overwhelming amount of time I spend at my laptop.To surpass this I advise you to download these files:
I was asked to deliver some work on chaos theory and my group choose Lorenz Attractor as object of study. It’s a really nice chaos function as you can learn in the wiki page dedicated to the subject.The work was developed in OpenGL but I’m pretty sure that it would have been easier to do so in PovRay. Ok, bad joke :PI found some useful links for OpenGL Beginners from IST (here) and UMINHO (here). If you are just learning OpenGL give them a look. (Portuguese only, sorry)If you want to give the application a try download the sources at
http://nunojobpinto.googlepages.com/isdGL.zip and compile them. You’ll need GCC, build-essentials and – who would of thought? – the OpenGL libraries.It’s all explained in a slightly demented readme file. Have a nice week!
Acompanho o Antonio Cangiano desde que li o seu óptimo artigo “Haskell Eye for the Ruby Guy“. Tenho até pena de ainda não ter tido oportunidade de falar com ele na qualidade de IBM DB2 Student Ambassador. Surpreende-me que alguém que já não é propriamente um jovem continue tão actualizado e aberto a inovação. Normalmente com a idade as pessoas ficam mais resilientes a mudança, pelos vistos esta é a excepção que desafia a regra.
De qualquer forma, até para tirar as ideias das aberrações que têm acontecido na minha universidade (mais uma vez), achei relevante o post que ele fez sobre a performance do Ruby 1.9. Aconselho a leitura. Fica, como resumo, os resultados obtido comparando a função de fibbonacci para os primeiros 36 números.
Cá pelo CAOS andamos a desenvolver uma pequena aplicação que usa a API do Google Maps.
A ideia para este trabalho surgiu quando conheci a Ana numa conversa por email. A Ana está em Shangai e é aluna do antigo curso de LESI da Universidade do Minho. Também costumo falar também muito com o Vítor Rodrigues que está actualmente, se não me engano, na Califórnia e mais alguns ex-LESI que andam perdidos pelo mundo. Então surge a ideia, um mapa com os ex-alunos para que os actuais alunos da licenciatura possam falar com eles e trocar impressões sobre o futuro profissional que os espera.
Estava a escrever um guia que acompanhava as várias etapas de desenvolvimento da aplicação mas depois deparei-me com este excelente guia , muito parecido com o que estava a escrever. Parece que na Internet já se fez tudo. :/
(Contudo esse guia foi feito numa versão anterior da API. Uma versão melhor, pelo menos suportava XSLT. Se esta suportasse não tinha que deitar fora o xsl que criei… E piorar a estrutura do xml brutalmente.)
Podem ver o resultado da minha pequena experiência aqui.
Obrigado a todos que me arranjaram as suas informações para usar no exemplo e ao famfamfam pelos ícones. As localizações são, evidentemente, apenas uma aproximação. Se bem que no caso do Ulisses revelam o sítio onde ele deveria realmente estar a programar os seus internacionalmente famosos foldrs. E viva os catamorfismos de listas! :P
Sobre o lema “vais ver que é bom para a tosse” e com uma campanha publicitária que prima pela originalidade já foi anunciada pela Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) o cartaz da recepção deste ano.
Mais uma vez o evento vai-se realizar na cidade de Guimarães contando com nomes como Cool Hipnoise, Henri Josh, Diego Miranda, Slimmy e, para surpresa de todos, Quim Barreiros. Acho mesmo que a única coisa que realmente surpreende é a falta dos Blasted Mechanism o que faz prever que iram estar presentes no Enterro da Gata deste ano.
O preço do bilhete geral é 10€ ; já o diário custa apenas 7€.
Primeiro, logo após a meia noite, fui convidado de forma oficial para reforçar a equipa do Centro de Apoio ao Open Source (CAOS) do CeSIUM. Convite que aceitei já que é, sem dúvida, um dos melhores centros de aprendizagem na Universidade do Minho. Ao menos a ver por quem por lá passou… Mas aquela página! Uma pessoa até fica católica, “meu deus” :P
Tive recentemente uma experiência muito negativa com a Microsoft num programa deste género (MSP), portanto já não sei o que esperar das grandes empresas. Talvez a IBM seja diferente porque eu não trabalho com empresas como a Microsoft. As empresas precisam de nós e devem por isso tratar-nos com respeito e dignidade profissional. Na minha opinião, não somos só nos que precisamos da Microsoft, a Microsoft também precisa de nós. Mas se tratar todos os MSP’s como tratou aquando de os convidar este ano, podem bem esquecer.
Desaconselho com toda a convicção as pessoas de sequer conversarem com a Microsoft sobre serem Student Partners. Pode ser um programa muito bom, mas apenas o façam se acham razoável subjugar-se, vender-se e aceitar “merda” dos outros. Quem não acha isto razoável, esqueçam.
Agora, já no fim do dia (e mais um bocadinho) aparecem novidades sobre o formato do concurso do Sapo Codebits. Leiam e vejam porque digo que ai está um concurso de programação digno desse nome. Que sorte vão ter os convidados a está primeira edição, pode ser que me saia a sorte, senão acompanharei de fora o evento.
Achei que devia partilhar isto. Quando vinha em direcção ao Departamento de Informática (onde presentemente me encontro) ouvi a seguinte pergunta, sobre a praxe na Licenciatura em Engenharia Informática:
O que é que são doze gajas em cento e vinte marmanjos.
De volta a mais um ano lectivo. Já conto com 17 no currículo.
Será que existe alguma coisa melhor que uma manhã com uma boa aula de cálculo? Mmmm. Talvez café com bolinhos. Ou mesmo café com bolinhos e um bom suminho de laranja natural. Talvez um cigarro no fim das duas coisas porque, afinal de contas, a vida não pode ser só saúde.
Lembrei-me com isto de uma estória óptima para vos aborrecer. Alias antes de vos aborrecer aborreci o Ulisses e o Amílcar exactamente com a mesma história. Agora que provavelmente eles estão a ler isto, e já que eles a minha namorada e a Joana são as únicas que lêem este blog, vou perder dois dos meus quatro visitantes.
A minha cadela também vê… Mas (ainda) não sabe ler. Posso contudo assegurar que ela curte a Internet e, inclusivamente, acha o meu blog o melhor blog de sempre. Não, não sou completamente doido. Apenas não quero ferir a susceptibilidade de uma cadelinha tão sensível. (OFF-TOPIC: Já carregaram no ponto de exclamação do yahoo!? Vão lá..)
Num destes dias em que estava a falar com alguém que me conhece apenas como “um gajo dos computadores” essa pessoa disse-me a já mítica frase:
Tu que és dos computadores(…)
Quando alguém, como eu, já ouviu esta frase centenas de vezes já sabe que daqui não vem coisa boa. Mas ia, com certeza, fazer rir. Ouvi com afinco as palavras que proferiu, meditando depois sobre uma resposta.
Explica-me lá como é que funcionam aqueles frigoríficos que tiram cafés?
Eu juro que não me ri. Por dentro estava completamente rendido a pergunta, o gajo ou era genial ou então… Era simplesmente quem ele ainda é! Respondi:
Lá dentro tem um vietnamita anão todo encolhido e quando tu carregas no botão o gajo começa a moer o café(…)
Foi mais ou menos nesta altura que a pessoa em questão se desatou a rir e disse: Brincalhão. Mas como quem diz: tu até sabes só que tas armado em Chico Esperto.
Para que se saiba eu não sei como é que funcionam os frigoríficos que tiram cafés. Tenho, como é evidente, uma ideia de como será. Qualquer dos meus restantes dois leitores que queira investigar este assunto faça favor de deixar a resposta em comentário.
It’s been a while since the last time I watched this video. Watching it helped me see how obstacles can be useful to achieve what you expect from life. I can relate to Jobs little tail in many aspects and just feel thrilled that he pulled it off.
In our daily life, all factors seem to force us to settle. Everyday we hear people saying, judging, that we shouldn’t look for so much. Settle for a decent paid job, settle for a decent wife. But you will never excel if you are not doing what you enjoy. That isn’t simply what you are.
The higher you get, the higher the fall right?
Wrong! There’s no thrill in the ride if we can’t get to all the high places. Falling is just another part of life, deal with it. Learn with it! Do not, under any circumstances, live by it.
Esta mensagem não me é nada indiferente. Tempos conturbados no Ensino Superior Português.
A mensagem que se ambiciona transmitir, através de palavras claras e objectivas, a todos os alunos do curso LESI que se sentem parte desta causa pressupõe algo não inédito mas antes verdadeiro.
Assim será possível partilhar toda a informação, abrir discussões produtivas e tentar encontrar soluções adequadas para todos os visados, não tendo como objectivo hostilizar qualquer entidade, nem apoiar qualquer grupo parcial, mas sim primar pela integridade e promover a construção de uma estratégia que facilite atingir os nossos direitos, todos aqueles que se relacionem com a obtenção pelos alunos das qualificações programadas aquando do ingresso no curso referido.
Nesse tempo, e após a análise dos cursos disponíveis na área da Informática, e considerando todo o percurso, qualificações e habilitações atingíveis em cada um, a preferência por LESI fora inequívoca, ingressando assim na Universidade Sem Muros. Olhava-se o destino com uma esperança reavivada e todo o universo parecia caber na palma de uma só mão.
Vínhamos para fazer a diferença!
Findos os primeiros três anos muitas das esperanças deram lugar a realidades longínquas, imergindo assim uma universidade feita de muros sólidos que mais parecem estar lá desde sempre.
A promessa de Bolonha apareceu, anunciando destruir todas estas barreiras. Exigia-se agora uma maior cooperação dos alunos com a Universidade, mais e melhor qualidade na investigação, inovadores métodos e melhor qualidade no ensino, uma avaliação realmente contínua, maior mobilidade, mais liberdade na escolha do currículo académico. Uma Universidade feita para os alunos.
No entanto Bolonha chegou e o processo de transição LESI/LEI que se impõe ameaça, desde já, os seus pressupostos mesmo antes da sua consumação. Os mesmos interesses que mantêm todos os muros firmes há tantos anos, cerram os dentes para impedir que estes se movam ou caiam.
De modo a contrariar esta tendência, em prol dos direitos que assistem aos alunos e para que finalmente tais barreiras desapareçam reivindica-se:
Que, em situação alguma, resulte desta transição uma situação menos favorável para o aluno que aquela em que se encontraria se esta não tivesse acontecido, quer em termos académicos como em termos económicos.
Que se abram novas vias de diálogo entre os alunos e as entidades decisoras que permitam quebrar a constante falha de comunicação e consequente falta de informação referente a este processo.
Que se trave uma transição brusca e perdulária, reflectindo-se sobre quais as soluções proeminentes e implementando-as a seu devido tempo.
Que se incentive a mobilidade, ocupando cada Unidade de Crédito Curricular um e só um semestre.
Que nenhum aluno tenha que tomar diligencias para salvaguardar os seus interesses, sendo que as entidades por isso responsáveis o façam de uma forma séria e interessada.
A união e o empenho serão uma constante, força esta agregada ao instrumento Palavra, o qual se acredita ser suficiente e capaz de dissuadir os entraves que ameaçam o futuro, até que as demandas atrás referidas sejam reconhecidas como parte fulcral para uma justa transição dos alunos para os seus novos cursos acordantes com o tratado de Bolonha.
O pessoal do CeSIUM criou um site mirror de software livre que tem sido um sucesso. Como conheço gente que trabalhou neste projecto, gostava de lhes dar os parabéns e, ao mesmo tempo, apresentar este website que nos fornece bons Sistemas Operativos (em alternativa ao Microsoft Windows) mas absolutamente GRÁTIS.
American Splendor, o anti-herói americano deu ontem na RTP2. Infelizmente só consegui apanhar metade, mas foi o suficiente para querer ver o resto. Se calharem de ver esse filme à venda por 3.99€ numa qualquer loja, comprem. Alto, apenas se tiverem gostos parecidos com os meus, ou seja se gostam de Celine Dion e os vossos filmes favoritos são o Titanic, Pearl Harbor e o Crash, o filme não vale os 3.99, alias nem 50 cêntimos deve valer.
Já agora, ouviram falar da Kendra Ross? Eu ouvi umas músicas dela hoje no youtube e parece-me que o CD que ela lançou este ano deve valer a pena escutar. Artistas com as quais a identifico, Alicia Keys, Maria Rita, Katie Melua, Norah Jones. Claro que não têm obrigatoriamente o factor-x que todas estas têm, mas pode valer a pena comprar o CD. Bem parece que a minha lista de compras anda a crescer exponencialmente. Já o dinheiro que tenho no bolso é uma constante, zero… Consequências de ser órfão de feitio. Continuando, o novo da Maria Rita sai dia 14 deste mês. O compositor da música que da o nome ao disco, Samba Meu, deixou no youtube uma previsão do como será essa faixa. Fica aqui um cheirinho de como será o álbum, mas o videoclip é muito mau. Esperemos pelo oficial.
Agora, como branquear os dentes com morangos.
Contextualização: Tu bebes, fumas, tomas café, fumas umas ganzas, cheiras uns riscos (mãe, estou aqui), e lavas os dentes sempre que vais para a cama com a tua mulher. Como já estás divorciado há dois anos, os teus dentes estão amarelos e cheios de manchas. Sais à rua para comprar a escova que te falta, a dos dentes. Porque não um pouco de bicarbonato de sódio para limpar as crostas que entretanto se formaram onde costumavam viver os dentes? Boa ideia, compras. Sentes-te um homem novo, pronto para enfrentar a vida de bicarbonato em punho. Pensas sobre a coisas, música, cinema, pessoas a tua volta, as cores, tens que tomar banho, aquele projecto que deixaste a meio. A brisa que te bate na tromba é agradável, e então lembras-te de uma coisa. Esqueceste-te do principal, a pasta dos dentes. A falta de treino faz destas coisas por isso voltas ao supermercado. Merda da aquafresh, recomendada por 105% dos dentistas Portugueses segundo um estudo da Universidade Católica. “Estes gajos até estudam por isso devem saber o que fazem, vou comprar uma com sabor a hortelã” pensas. Assim se me faltar o que usar para temperar os bifes… Fodasse, a bola começa daqui a 15 minutos, logo a liga dos campeões. Sais disparado da secção da higiene. Secção de higiene….. *suspiro* Dá logo para imaginar coisas fantásticas, mas controlas-te. Afinal vai dar o Porto Liverpool. Corres pelo corredor fora. Alias tu não corres, tu deslizas.. E enquanto o fazes bates contra uma amiga tua do nono ano. “Que seca”, pensas, “vou-me atrasar ainda mais”.. Até que olhas bem pra gaja e pensas, ah, se calhar vale a pena atrasar-me um bocadinho… mmm.. Falas um bocado e descobres que ela está solteira e, pelas pistas que te deu, parece que vais ter sorte logo a noite. Combinam um café, e ficas preso a visão dos seus dentes alinhados e branquissimos, num sorriso que te fez esquecer todas as trivelas do Quaresma.
O que se pergunta é porque raio é que ela irá querer um desgraçado como tu, mas esquece esse pequeno pormenor.. Ela não te conhece!! :) Como é que te vais safar da situação? A resposta é simples, com os dentes branquinhos. “Mas como, só tenho 30 minutos para me preparar!?” Relaxa, fica tranquilo. Esquece fazer a barba, elas gostam deles assim. Esquece tomar banho, ela vai adorar o teu cheiro viril. Guarda esses truques para um próximo encontro, não podes dar tudo assim de mão beijada. A resposta está na cozinha. Pega nos morangos, esses que estão ao lado dos restos de arroz de leite com queijo e bife grelhados em folhas de alface do jantar de ontem a noite (referência à cuisine-a-la-raven, ou seja existe mesmo quem cozinhe assim e eu conheço).
Dou os meus parabéns a quem chegou a esta parte do texto. Parabéns!
Continuando. Pega em 1/4 de morango e mistura com meia colher de chá do bicarbonato que compraste. Não Raven, isto nao é para pôr no arroz. Tritura isso até ficar uma pasta e espalha-a uniformemente pelos dentes. Vai ver o resto da primeira parte, se faltarem 5 minutos para acabar :P Depois vai a casa de banho tirar isso da boca, força. Tens agora os dentes ligeiramente mais branquinhos o que deve chegar pra gaja não te achar totalmente nojento (ou seja com um pouco de paleio, tu vais lá!!!). Vê lá a segunda-parte e, para celebrar a vitória, porque não ir “tomar um café” ;) Feeling lucky today!
E agora Métodos de Programação, parte II. “O Assalto do Tédio”, uma produção do Departamento de Informática da Universidade do Minho assinada por José Bernardo Barros. Agora a sério, eu adoro informática como é que alguém consegue fazer para mim da informática um tema desinteressante é algo que me interessa. Vou investigar neste tema e, com sorte, talvez não publique. Mais, todo este post é resultado de não querer estudar. Que desgraça que vai ser, e vai ser assinada por este homem, no meio das flores perdido…
PS. Acabei de descobrir que alguém procurou “big nose” no google e encontrou o meu primo Ricardo. Por fim posso morrer feliz! :)
Starting to study to my math exam. Oh well there are worst things in life (like when your boxer shorts come up and you feel all &*$! and you can’t put them right cause it would look really bad)